Bleisure: a palavra mágica que une viagens de negócios e lazer

Bleisure é tendência no mundo das viagens corporativas. Sua empresa já está por dentro dessa novidade?

Bleisure: o neologismo criado para se referir às viagens associadas, ao mesmo tempo, a trabalho (business) e lazer (leisure). É algo que tem ganhado cada vez mais espaço entre profissionais ao redor do mundo. Para você ter uma ideia, a prática é rotina para 24% dos viajantes corporativos na França, 20% dos alemães e norte-americanos, 10% dos ingleses. Por aqui está ainda mais presente: sendo que 25% dos brasileiros tem adotado o Bleisure em suas viagens a negócio. Estes dados são da francesa Egencia (do Grupo Expedia).

Aliás, a tendência também é confirmada em um relatório de 2014, e divulgado em 2015, pelo Skift. Nele, 60% dos viajantes disseram realizar viagens a Bleisure adicionando dois dias de “férias” à viagem de negócios. Para alguns profissionais, a viagem surge como uma boa chance de emendar os dias referentes aos finais de semana. Eles trabalham nos dias combinados e desfrutam algum descanso no mesmo pacote. Desta forma, a viagem deixa de ser apenas uma obrigação para virar um estilo de vida para eles.

Como funciona na prática?

O momento de aproveitar a viagem é também uma chance de desfrutar de alguma companhia dos entes queridos. Por causa disso, alguns viajantes não hesitam em convidar um de seus familiares, como cônjuge ou filho, ou ainda algum amigo que possa viajar junto. Ao invés de custear duas passagens para aproveitar o descanso em uma ocasião específica, o viajante corporativo ou o seu acompanhante custeiam apenas uma delas. E depois do período de trabalho, podem desfrutar juntos da beleza local, conhecer pontos turísticos e comer nos melhores restaurantes que decidirem custear.

Como manter o controle

Transporte público

A adoção de um SIM Card local e os aplicativos de celular, como Moovit e Uber – que dão uma mãozinha na hora de encontrar transporte público ou táxi ao redor do mundo – também ajudam a manter custos mais controlados.

Recomendações locais

Outros aplicativos também oferecem a agilidade necessária para quem deseja encontrar recomendações rápidas sobre a melhor maneira de explorar o local onde estão. Isso é essencial, já que terão poucos dias para se aventurar na cidade. Os sites de avaliação como Yelp e Urbanspoon ajudam a encontrar restaurantes em cidades desconhecidas. Assim, facilitam para que os viajantes consigam usufruir da viagem de negócios e investir parte de suas férias e salário naquilo que lhes dá prazer.

Hospedagem

Estes viajantes estão tão crescentes que viraram um ótimo nicho para os hotéis. Algumas redes começaram a perceber viajantes “engravatados” solicitando a prorrogação de estadias para tratar de motivos particulares ou solicitando atividades de lazer. Então perceberam que havia uma lacuna a ser preenchida.  A partir disso, os hotéis passaram a buscar inovações que pudessem atrair e surpreender esse público da Bleisure.

Veja alguns hotéis que adotaram estratégias para a Bleisure

Ochar Hotel, de Singapura:

Criou o pacote “Bleisure Experience“, onde valoriza a piscina e jacuzzi, com incentivos para que os hospedes visitem a cidade. Fora isso, o hotel oferece ainda um vale para uma ida ao salão de beleza.

Hotel G, em São Francisco:

Criou o “Bleisure at the G“, onde oferece acesso aos transportes públicos e traz descontos a uma série de atrações turísticas.

Pullman, do Grupo Accor:

O próprio slogan criado denuncia sua estratégia: “Work hard, play hard“. Em tradução livre significa algo como “Trabalhe para valer, descanse para valer”. A estratégia vem combinada com a criação de ambientes que combinam o trabalho com o lazer, deixando tudo com uma atmosfera de startup. Os lobbies dos hotéis, salas de reuniões, bares e restaurantes também entraram na onda de conciliar trabalho e divertimento.

A sala de reunião, por exemplo, virou o “Business Playground” (playground corporativo). A “Conectivity by Pullman“, oferece conectividade de alta velocidade não apenas nos quartos, mas em todas as aéreas do hotel, que passaram a utilizar equipamentos desenvolvidos pela Microsoft e pela Samsung.

Day Inn, no Canadá:

Criou uma tarifa especial, a “Férias de negócios”, que oferece orçamentos 15% abaixo das melhores ofertas anteriores.

Ten Manchester Street, em Londres:

Passou a aconselhar todos os seus clientes a adicionar diárias pessoais nas estadias para as viagens de negócios.

Sheraton e Westin para América do Norte:

Segundo o vice-presidente da rede, Bob Jacobs, estas ofertas passaram a ser incluídas nas viagens de incentivo. Especialmente quando o público se encontra entre os jovens executivos pertencentes à Geração Y.

Tendência que veio para ficar

O novo consumidor não quer mais ser categorizado e nem ter limites para os serviços oferecidos. Como o Bleisure surge como um requisito principalmente entre a nova geração, é provável que essa tendência tenha vindo para ficar. Companhias aéreas, hotéis, agentes de viagem e operadores terão que se adaptar cada dia mais a essa nova demanda.

As atividades turísticas, restaurantes e eventos artísticos e culturais na mesma cidade ou em cidades próximas ao local da viagem corporativa se tornam um levantamento importante para atrair o viajante adepto do Bleisure.

Uma estratégia para os hotéis é que eles antecipem a oferta da tarifa na hora da reserva. Mas também reforcem a sugestão durante a estadia dos clientes, principalmente aos finais de semana. Mesmo hotéis caracterizados como “business” também podem integrar no tarifário algumas ofertas especiais para famílias e acompanhantes. Essas ofertas ajudam o viajante vislumbrar possibilidades no Bleisure que talvez ele não tivesse pensado antes.

O fato é que se algo assim já acontecia de forma discreta, isso mudou. O Bleisure passou a integrar a comunicação e as campanhas publicitárias de muitos hotéis. Ao que parece, deve ganhar mais exposição ainda e deixar o posto de exceção para virar regra entre os viajantes corporativos.

Savings nas viagens corporativas: 6 dicas para obter

Savings nas viagens corporativas: veja como a gestão da Política de Viagens e integração entre sistemas pode ajudar na economia

Um dos maiores desafios do gestor de viagens é justamente obter mais savings nas viagens corporativas. Algumas estratégias e ferramentas surgem nesse sentido e visam aprimorar os resultados obtidos com esse trabalho.

A gestão e acompanhamento da Política de Viagens, os mecanismos para maior controle de despesas e da própria política… Essas são ferramentas que ajudam a melhorar a performance da gestão de viagens e garantir mais economia para a empresa.

Deseja  entender melhor algumas boas práticas para se obter mais savings nas viagens corporativas? A Costa Brava separou 6 dicas que você pode conferir a seguir:

savings nas viagens corporativas
Algumas estratégias e ferramentas ajudam na busca por savings nas viagens corporativas

1) Administração de despesas e viagens com os Online Booking Tools   Expense

Com o constante avanço da tecnologia, muitas empresas aderiram a aplicativos mobile. Afinal, quem não quer economizar  na hora de comprar  passagens aéreas, reservas e hotéis para fins  corporativos?

Outras já procuram sistemas online para aperfeiçoar  ainda mais a administração de viagens de seus colaboradores.

A Costa Brava Viagens e Eventos  disponibiliza o acesso aos Online Booking Tools (OBT) e Expense via mobile. Ela é capaz de unir maior  praticidade em gestão de viagem e controle de despesas  – tudo isso na tela de seu  dispositivo móvel ou computador.

O Online Booking Tool (OBT) tem como foco a gestão de viagens corporativas, auxiliando na organização de reservas de passagens aéreas, hotéis, transporte e também do seguro de viagem.

Já o Expense, rege despesas corporativas, ou seja: administra custos com alimentação e eventos, além de políticas de reembolso e adiantamento, por exemplo.

Quer saber mais sobre estas ferramentas? Entre em contato conosco.

2) Uso do Online Booking Tool no perfil Max Control

O Max Control, dentro da Online Booking Tool (OBT) é ótimo para controlar a política de viagens da empresa. Ainda mais quando ela é mais robusta e, quando possível o utilizar, torna-se uma bela fonte de savings nas viagens corporativas.

Claro que algumas limitações, controles de regras e barragens de ações em desacordo com a política também dificultam as coisas para empresas. Especialmente àquelas que precisam de mais liberdade, como as que lidam com um pouco de imprevisibilidade em sua política de viagens.

Mas, para as que não precisam disso, o perfil Max Control é ótimo para nortear as regras e para a empresa obter mais savings nas viagens corporativas.

Temos um case bem legal aqui na Costa Brava de uma cliente que conseguiu descentralizar a gestão de viagens e obter ticket médio bem menor que o usual por meio do Max Control.

Isso aconteceu pelo seguinte: a gestão anterior, centralizada na secretária, era muito morosa. Até que realmente se fizesse o pedido de viagem, com suas eventuais trocas de pedido, atrasava muito todo o processo. E acabava por aumentar o valor do ticket médio.

Então, houve uma gestão descentralizada e devidamente controlada em conformidade com a Política de Viagens. A empresa ganhou produtividade e diminuiu essa conta do ticket médio, garantindo savings relevantes nessa área.

3) Política de Viagens baseada em menor preço e considerando o perfil da empresa

Adotar uma Política de Viagens (PV) baseada em menor preço é melhor do que uma baseada em tarifas.

A tarifa aérea pode sair cara dependendo do horário, preço e custo do deslocamento até o aeroporto. Além de duração total do voo e viagem, diárias extras geradas pela escolha tarifária, etc.

Um passageiro exausto, faminto por conta de viagens em horários inapropriados, por exemplo, pode gerar despesas extras para a empresa e o valor final da conta sair mais caro.

Outro ponto de atenção é que a Política deve ser elaborada conforme o perfil da empresa. Pense se a empresa exige maior flexibilidade, com voos agendados com urgência. Então, por exemplo, ela está fadada a quebrar uma política robusta o tempo todo.

Melhor nestas situações em que as viagens “inesperadas” sejam uma rotina é optar por uma política mais flexível. Assim, as regras realmente poderão ser respeitadas. E deixarmos as políticas mais robustas às empresas que viajem com muita previsibilidade e planejamento antecipado.

4) Política de Viagens online via Online Booking Tool

Definir uma Política de Viagens (PV) adequada ao perfil da empresa é essencial. Mas depois desse passo é importante centralizar a gestão da Política de forma eficiente para se começar a obter mais savings nas viagens corporativas.

Ao utilizar ferramentas de Online Booking Tool (OBT) a empresa terá facilidades em gerir a política de viagens online. E poderá “amarrar” todas as normas a um controle de pagamento!

Com essa vinculação, a empresa terá mais facilidade em acompanhar o desempenho da política de viagens e seu cumprimento entre o grupo de colaboradores da empresa. Até porque a ferramenta induz à seleção de reservas e voos que estejam em conformidade com a política de viagens.

Então, o dinheiro para de “vazar” para despesas indevidas e a empresa consegue garantir alguns savings nas viagens corporativas.

5) Integração ERP e OBT

Empresas que já utilizem sistemas integrados de gestão empresarial (ERP ou Enterprise Resource Planning) também podem se beneficiar ao adotarem ferramentas de selfbooking (OBT) que permitam a integração com esse sistema.

Com um pouco de know how, como o que temos aqui na Costa Brava, para fazer a integração da ERP com a OBT, é possível conquistar um sistema único e integrado. Nele não será preciso importar planilhas de ambientes diferentes. E tudo isso são coisas que ajudam bastante na hora de manter as finanças em dia e garantir savings.

A função de viagem dentro do ERP pode ser bem integrada para gerir não só as viagens como também outras áreas da empresa que se relacionem com as viagens corporativas.

Essa percepção “do todo” é ideal para gestores que queiram economizar mesmo, ganhando não só economia, mas também agilidade nos processos – em todos os processos – da empresa.

6) Acordos com fornecedores preferenciais

Empresas que tenham volume de viagens para negociação também podem obter muitas vantagens com seus fornecedores.

Dependendo da proposta negociada, o contrato pode garantir alguns bônus para a empresa ao mesmo tempo em que beneficia o próprio fornecedor.

O fornecedor da TMC é um parceiro próximo, com uma relação mais estreita e que pode favorecer essa relação com mais prazo de faturamento, verbas e vantagens operacionais. Além de negociação do Service Level Agreement (SLA) ! E, claro, gerar algumas economias para a empresa parceira, já que o volume de viagens cobre uma oferta melhor.

 

Programa de Gestão de Viagens Corporativas

Você sabe como estruturar um programa de viagens para sua empresa de forma eficaz?

Na hora de desenvolver e implementar um Programa de Viagens Corporativas é preciso equilíbrio entre a manutenção das despesas e, claro, a satisfação dos viajantes (colaboradores da sua empresa).

Mas, então, como estruturar esse programa?

A Costa Brava elaborou esse material abaixo justamente para resolver suas dúvidas!

Você entenderá o quão importante é entender a Cultura da sua organização e como isso afeta diretamente os custos de viagens corporativas do negócio.

Mais do que isso, verá como economizar com viagens e como fazer um comparativo com seu atual programa – resolvendo falhas, fazendo possíveis ajustes e identificando os pontos fortes.

Confira!

 

Marketing Pessoal e Imagem: seu comportamento reflete quem você é?

Marketing pessoal é um passo importante para exteriorizar todas as nossas habilidades. Você sabe investir na própria imagem?

“À mulher de César não basta ser honesta, tem que parecer honesta”. A frase surgiu após um escândalo em Roma, lá nos idos dos anos 60 a.C. O caso envolvia César, sua esposa Pompéia e um admirador da moça. A versão original era um pouco diferente desta que se popularizou, mas a frase foi adaptada por setores de marketing pessoal e corporativo preservando sua essência. O que se expressa na frase é a importância de não apenas ser bom o suficiente, mas transmitir aquilo que se é: a imagem e o marketing pessoal são tão importantes para a avaliação que fazemos das pessoas quanto aos valores internos que elas possuem. Por isso mesmo nossa imagem e marketing pessoal são tão importantes!

De Roma para os dias atuais

Se pensarmos bem, cuidar da própria imagem não é tão diferente de cuidar da imagem de uma marca: é preciso passar confiança, manter uma comunicação fluida e correta, oferecer soluções adequadas e respostas coesas.

Muitas celebridades investem em aperfeiçoar a própria imagem, justamente porque elas sabem que vivem de si próprias: o que elas inspiram nos demais tem um peso enorme em suas carreiras e, por isso, elas tratam o marketing pessoal como investimento.

A questão é que todos nós, atuantes em várias áreas no mercado de trabalho, também somos frequentemente avaliados pela imagem e marketing pessoal que inspiramos nos demais. E é esse cuidado que faz com que algumas pessoas se destaquem mais que outras, que sejam tão ou mais especializadas do que elas. Elas são dotadas de uma energia contagiante que muitas empresas gostariam de ver conectadas às suas marcas.

Que fique claro: nada disso significa “mentir” sobre si e exteriorizar algo que não sejamos de fato. Cedo ou tarde, mentirosos acabam tropeçando e levando um belo tombo em suas carreiras. O que incentivamos aqui é exatamente o caso da mulher de César na frase acima: sermos bons e transmitirmos, por meio do marketing pessoal, todos os valores que temos. É sermos capazes de “vender” nossa própria marca e deixar claro a quem nos rodeia as nossas competências e habilidade para desenvolver certas tarefas.

Como “vender nossa própria marca”?

Manter uma boa postura, atitudes éticas, habilidade de expressão, interesse em aprender, fácil convívio social e uma imagem profissional saudável são os primeiros passos para firmar a própria imagem positivamente perante os demais. Já para o marketing pessoal, é importante termos a capacidade de discernir quando é uma boa hora para nos expressar (e de que forma) e quando é o momento certo de ouvir.

Tanto é ruim se expressar mal ou não se expressar de jeito nenhum, quando há um momento oportuno ou quando nos é solicitado, como também é ruim nos expressarmos de forma inconveniente, de forma muito passional, com tom de voz alterada ou fazendo “brincadeiras” desajeitadas.

Começar discussões muito polêmicas, ter descontrole no tom de voz, fazer piadinhas ofensivas ou mesmo falar muito de si próprio e suas habilidades não tem nada a ver com fazer um bom marketing pessoal. Marketing pessoal não é sobre falar muito e nem se auto vangloriar. Nesse quesito ganha mais quem sabe “exibir-se” discretamente e nos momentos adequados.

É um mix de saber trabalhar sozinho e em grupo, de saber falar e ouvir, de saber realizar e quando pedir ajuda, quando se vestir assim ou assado. Vale mais se firmar em ação (como se age, como se relaciona) do que em palavras (o que dizemos que somos capazes de fazer e como dizemos nos relacionar).

Se você tem dúvidas sobre como é sua imagem perante os demais e se sabe fazer um bom marketing pessoal, nós sugerimos que responda para si mesmo(a) as perguntas a seguir com a alternativa que mais se encaixe a você.

Você é um profissional com um bom marketing pessoal?

1) Sua postura reflete a imagem que você deseja passar sobre si mesmo?

a) Sim, nunca deixo de levar em conta e manifestar minha intenção pessoal.
b) Minha imagem é uma combinação de meus desejos pessoais e expectativas da empresa.

3) Sua imagem corresponde ao que sua empresa espera de você e de alguém em seu cargo?

a) Acredito que a vontade da empresa nunca deva se sobrepor à minha autonomia para me vestir.
b) Acredito que a expectativa da empresa sobre minha vestimenta deva ser levada em conta, desde que ela não faça exigências abusivas.

4) Você expressa um pensamento que poderia contribuir para a empresa?

a) Prefiro não me expressar para não parecer invasivo.
b) Se houver uma ocasião oportuna, certamente.

5) Você utiliza uma linguagem polida e um tom de voz moderado ao se expressar?

a) Geralmente, mas sou bastante enérgico quando preciso defender meu ponto de vista.
b) Frequentemente. Procuro manter uma linguagem polida e tom suave ao me comunicar, evitando debates desnecessários.

6) Seus comentários trazem uma visão otimista?

a) Procuro fazer apenas comentários muito otimistas, mesmo quando sinto que algo não vai muito bem.
b) Às vezes sou realista também, mas quando aponto algo negativo procuro sempre sugerir uma solução.

7) Quando você aponta equívocos, é importante para você tentar apresentar uma possível solução?

a) Prefiro não apontar equívocos mesmo quando vejo que algo pode sair do trilho.
b) Quando isso acontece, sim. O alerta que faço sempre tende a apontar uma solução.

8) Você retorna todos os e-mails e ligações que recebe rapidamente?

a) Nem sempre é possível. Às vezes acabo perdendo algum e-mail entre outros novos.
b) Nem sempre é possível, mas quando tenho uma folga procuro retornar imediatamente.

9) Qual dessas frases melhor te descreve:

a) Falo das minhas habilidades sempre que possível.
b) Coloco minhas habilidades em prática sempre que possível.

10) Você se envolve em muitos debates polêmicos pela web?

a) Sim e faço questão de defender minha opinião até as últimas consequências, pois sei que estou certo.
b) Se eu me envolver em discussões serei capaz de manter uma linguagem educada e, mesmo discordando, ouvir atentamente a opinião do outro.

11) Você é pontual com deadlines e horários?

a) Tenho muita dificuldade em cumprir prazos e o trânsito faz com que eu me atrase muitas vezes para reuniões.
b) Procuro respeitar todos os prazos e ser transparente quando não for possível.

12) Suas metas pessoais estão claras para você?

a) Procuro deixar a minha meta pessoal aberta.
b) Nem sempre a expresso, mas minha meta pessoal é muito visível para mim.

13) Possui facilidade de trabalhar em equipe?

a) Eu, sim; mas infelizmente tenho má sorte com quase todas as pessoas com quem tenho trabalhado até aqui.
b) Sim, trabalho bem em equipe e procuro contribuir positivamente sem desrespeitar o espaço de ninguém.

14) Possui pró-atividade para conduzir trabalhos designados a você?

a) Sim. Procuro fazer tudo sozinho e, mesmo quando não tenho certeza, evito expressar minhas dúvidas.
b) Sim. Procuro manter uma boa comunicação, sanar dúvidas e alinhar as expectativas sobre o que preciso desempenhar.

15) Quando uma tarefa que você não domina muito bem lhe é designada, o que você faz?

a) Tento fazer da forma que penso que a tarefa deva ser feita.
b) Expresso que não é do meu conhecimento e tento aprender, quando possível, até dominar a tarefa.

Se você respondeu “b” para a maioria das situações, que ótimo: sua imagem e marketing pessoal estão alinhados para transmitir valores como autonomia, responsabilidade, maturidade e profissionalismo!