A prova fundamental de que a gestão de tempo funciona

Para pessoas diferentes, técnicas diferentes de gestão de tempo

Não importa como cada pessoa organiza seu tempo, mas sem dúvida é preciso organizá-lo. É impossível dar conta de todas as atividades pendentes sem gerenciar muito bem nosso tempo disponível e entendendo a natureza de cada tarefa, definindo prioridades e, em alguns casos, automatizando processos ou mesmo excluindo aquilo que não for tão importante.

Gerenciar bem o tempo não é somente sobre produzir mais, mas também sobre produzir melhor. Respeitando prazos de tarefas essenciais, mas sem que elas invadam o tempo que você precisa dedicar a outras tarefas. Para isso, é fundamental entender e respeitar a natureza de cada uma delas.

Abaixo você confere as experiências que diferentes pessoas usaram para a gestão do tempo de suas atividades e que funcionaram muito bem para cada uma delas. Confira:

Método GTD

Getting Things Done, ou sua forma abreviada GTD, é o termo criado por David Allen em seu livro de mesmo nome, cuja versão no Brasil ganhou o título de “Produtividade Pessoal – A arte de produzir sem stress”.

A metodologia de gestão de tempo de Allen se baseia num princípio de esvaziar a mente da lista de tarefas a serem feitas ao longo do dia para que ela fique totalmente livre para se concentrar integralmente na execução dessas tarefas.

Para que isso aconteça, as tarefas devem ser registradas em algum papel, software ou dispositivo, como agendas ou cadernetas, planilhas de Excel, um texto no Word ou no Bloco de notas, aplicativos com checklist para smartphones ou o método que melhor se adaptar para cada um. O importante é que as pessoas tenham acesso fácil a essas listas de atividades ao longo do dia, independentemente de onde estejam trabalhando.

18 minutos

Peter Bregman conta que desenvolveu esta técnica após uma série de leituras sobre gestão de tempo que iam mostrando a ele como dar conta de todas as tarefas. Porém, ele achou isso um erro. Em sua própria experimentação, conta ele, Bregman percebeu que tentar fazer tudo era o pior erro que poderia cometer. O modelo multitarefa o deixou menos produtivo, mais estressado e frustrado.

Foi então que Bregman decidiu priorizar as coisas que ele julgava mais importante realizar naquele dia, dedicando 5 minutos da manhã para entender o que se desejava realizar e, no final do dia, mais 5 minutos para avaliar e julgar as tarefas realizadas durante o dia. Além disso, ao longo de 9 horas de trabalho, Bregman também definiu 1 minuto de pausa a cada 60 minutos de atividade para refletir sobre a própria produtividade. Dessa forma, Bergman dedicava 18 minutos de seu dia somente para a reflexão daquilo que precisava fazer, o que o distraia e o ritmo de suas atividades.

COPE

O método Clear-Organized-Productive-Efficient (ou simplesmente COPE) foi a forma como a especialista em produtividade pessoal Peggy Duncan encontrou para gerir melhor o seu próprio tempo.

A técnica de Peggy é bastante simples e seu foco é fazer as pessoas entenderem porque muitas delas sentem que há pouco tempo ou tempo insuficiente disponível para realizarem todas as suas atividades em um determinado período.

Primeiramente Peggy sugere que as pessoas analisem todos os problemas enfrentados por elas, deixando bem claro todas as atividades a serem realizadas ao invés de desperdiçar tempo. Após a identificação da tarefa, outra sugestão é que as pessoas sistematizem todas as tarefas repetitivas. Por exemplo: se você é secretária e precisa enviar um relatório por mês para determinada pessoa, uma possibilidade é criar um modelo de e-mail único que possa ser usado todos os meses por você para o envio desses relatórios. Ou ainda usar plataformas para gestão de viagens corporativas que ocorram com frequência para ganhar tempo para outras atividades.

ZTD

O termo Zen To Done, criado por Leo Babauta, segue alguns princípios do GTD, porém com um foco mais “zen” ao fazer as tarefas, onde a técnica de gestão de tempo tenta combinar o conhecimento sobre o caminho a ser trilhado com a prática em percorrê-lo.

O objetivo é criar um foco total no aqui e agora de cada tarefa sendo executada. Sendo assim, Babauta sugere:

1) que se mantenha sempre um espaço para capturar informações e anotá-las;

2) que as informações sejam processadas rapidamente, com algumas delas sendo realizadas no ato, se demorarem menos de 2min, ou descartando, delegando, arquivando outras ou ainda inserindo algumas delas, importantes, porém demoradas, a uma lista de pendências;

3) a técnica também prevê o planejamento na execução de tarefas, priorizando as mais importantes, adiando outras e excluindo o que for possível;

4) por fim, é preciso executar cada uma das tarefas com foco exclusivo nela, evitando interrupções, e, caso ocorram mesmo assim, anotando as pendências para mais tarde;

Nesta técnica, o foco não está na produtividade quantitativa, mas sim qualitativa das tarefas, e o foco “zen”, com uma imersão quase meditativa, na execução de tarefas;
Como você vê, a gestão de tempo funciona mesmo, embora de forma diferente, para pessoas diferentes. O importante é conhecer as tarefas que você precisa desempenhar e como pode adaptá-las à sua própria realidade. Gerir melhor o tempo é essencial para você desfrutar justamente dele: desse tempo que insiste em correr das inúmeras obrigações e lazer que você tenta encaixar dentro dele.

Seguro Viagem: Fazer ou Não Fazer

Seguro viagem: descubra se sua empresa deve garanti-lo e quais os gastos médios sem essa proteção

Com um número cada vez maior de pessoas circulando pelo mundo, o que aumenta o risco de acidentes, investimentos em segurança têm crescido. Seguindo esta lógica, sua empresa deve fazer um seguro viagem aos viajantes?

Seguro viagem: incerteza do futuro

A inflação médica mundial tem aumentado. Com o crescimento e envelhecimento da população, há maiores custos médicos.

Para isso existem convênios médicos: reduzir os custos dos consumidores com consultas, exames e procedimentos.

Viajar sem seguro viagem é como ir a um hospital privado sem plano de saúde: você arcará com altos custos de cada detalhe.

Lembre-se de que o futuro é imprevisível. Diante disso, o seguro viagem é uma proteção capaz de ressarcir gastos com despesas médicas e imprevistos.

Agora imagine que por acaso ocorra um dano durante uma viagem. Qual o real tamanho do prejuízo à empresa?

Afinal, os prejuízos não serão apenas financeiros, mas também em relação à imagem da organização.

Custos sem seguro viagem

As despesas médicas podem chegar a valores exorbitantes caso seu viajante não tenha cobertura por um seguro viagem.

Segundo Mapfre Seguros, os gastos médios de atendimentos no exterior são:

Consulta médica: US$ 1.350 cada
Ortopedia (básico, ex: braço quebrado): US$ 8.000
Intervenção cirúrgica (ex: apendicite): US$ 30.000 (EUA)
Internação: EUR $ 1.200 (diária, França)
Consulta odontológica: US$ 1.000 (EUA)
Transporte por ambulância (20 Km): US$ 532 (EUA)
Raio-X: US$ 350

O papel da empresa com o viajante

Sócio-diretor da Bekup Corretora de Seguros, Evandro Correa afirmou durante o 6º Fórum Costa Brava: “Coloque-se no papel da pessoa que é responsável pela vida de alguém”.

Essa é a responsabilidade principal da empresa, que tem o dever de proteger, orientar e oferecer a solução adequada a cada um dos seus funcionários.

“Quando você recebe uma ligação de seu colaborador com um problema durante a viagem, você tem de ter uma solução imediata”, diz Evandro. E esta solução é o seguro viagem.

Quais serviços têm cobertura de um seguro viagem

Hoje os seguros viagem básicos reúnem serviços que cobrem o seguro de morte bem como despesas médicas hospitalares e odontológicas. Ou seja, indenização das seguintes despesas:

Extravio de bagagem:

Compensação pela perda ou violação de malas e pertences durante a viagem;

Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas em viagem nacional e ao exterior (DMHO):

Devido a acidente ou enfermidade ocorridos durante a viagem;

Traslado de corpo:

Liberação e transporte do corpo por falecimento até o domicílio ou local do sepultamento. Esta cobertura não pode ser contratada de forma isolada;

Regresso sanitário:

Retorno do viajante ao local de origem da viagem caso ele não tenha condições de retornar como passageiro regular devido a acidente.

Este tipo de cobertura pode ter mais de uma remoção, quando solicitada por médicos;

Traslado Médico:

Locomoção do viajante até hospital ou consultório mais próximos por conta de acidente;

Morte em viagem:

Pagamento do valor segurado aos beneficiários do viajante em caso de falecimento deste – seja por causas naturais ou acidentais durante a viagem,

Invalidez permanente total ou parcial:

Devido a acidente em viagem, ocasionando perda, impotência ou redução dos membros ou órgãos do viajante. Acidentes pessoais nesses casos só têm cobertura quando há lesão física sofrida durante o período da viagem.

Vale usar um cartão corporativo?

Para Evandro Correa, os cartões corporativos não são suficientes para cobrir os custos com possíveis despesas médicas e extravios de bagagem. Normalmente estes cartões têm limite de US$ 10 mil.

É importante ressaltar que geralmente um procedimento cirúrgico básico em território internacional custa o triplo deste valor – US$ 30 mil. Portanto, um cartão corporativo não é suficiente.

Quanto custa um seguro viagem

O ideal é que haja uma cobertura entre US$ 100 mil a US$ 250 mil por viajante. Mas você não precisa desembolsar este valor total.

Ao contar com uma agência de viagens corporativas, como a Costa Brava, o seguro viagem será planejado ao viajante da sua empresa, assim como os demais detalhes.

É possível pagar, por exemplo, US$ 9 por dia a um seguro viagem com cobertura de US$ 250 mil. Caso o viajante fique fora durante cinco dias, o total será de apenas US$ 45.

 

A Costa Brava sempre se preocupou com a segurança de seus passageiros e aqui, nessa breve exposição, mostra ainda mais a importância de contratar sempre um seguro viagem para seus viajantes, garantindo total segurança e tranquilidade durante as viagens.

Costa Brava Viagens e Eventos se torna membro da Radius Travel, empresa líder no gerenciamento global de viagens corporativas.

Em busca de um serviço cada vez mais personalizado e de qualidade, que atenda às necessidades globais de empresas multinacionais, Costa Brava fecha acordo internacional e passa a ter presença em mais de 80 países

Campinas (SP) – 14 de junho de 2016. A Costa Brava Viagens e Eventos, umas das maiores TMC’s (Travel Management Company) do Brasil, se uniu a Radius Travel, empresa líder em gerenciamento global de viagens corporativas.

O anúncio foi feito durante o 6º Fórum Costa Brava, que aconteceu nesta terça-feira, 14 de junho, no Royal Palm Plaza Resort, em Campinas (SP), e que reuniu fornecedores e executivos do ramo de Viagens e Eventos Corporativos.

Ser um membro da Radius permite à Costa Brava expandir sua presença em mais de oitenta países, oferecendo ainda mais qualidade e customização no atendimento aos seus clientes, consolidação de dados gerencias, tecnologias e ferramentas para suportar a gestão global de viagens.

“A Costa Brava tem como essência cuidar dos detalhes, oferecendo soluções muito personalizadas e atendimento focado nas características e demandas de cada cliente.

Empresas multinacionais buscam unificar os seus processos de compras para negociar em escala e otimizar custos, mas presam pelo atendimento local de alto nível, pela satisfação e cuidado com seus viajantes.

Por isso, estávamos em busca de uma parceira global que nos permitisse manter sempre este nível de excelência ao redor do mundo, que sempre fez parte do DNA da Costa Brava. Identificamos na Radius Travel, exatamente o modelo global que buscávamos.

Agora, passamos a ter presença em mais de 80 países e com 37.000 profissionais.

Esta relação nos permite oferecer aos nossos clientes consolidação e gestão global dos programas de viagens, ferramentas e tecnologias que melhor se adaptam a cada cliente, otimização de recursos de viagens, economias e serviço personalidade em todas as localidades onde os viajantes estão e estarão”, explica o Diretor Geral da Costa Brava, Rubens Schwartzmann.

A Radius Travel opera em mais de 80 países, gerenciando um volume anual de viagens corporativas de 30 bilhões de dólares. Cada TMC membro da Radius já atua como líder em seus mercados, atingindo os padrões de excelência operacional exigidos para serem membros da rede. A Radius traz tudo isso juntamente com produtos globais, tecnologias e ferramentas apropriadas para conduzir a estratégia de empresas multinacionais, ajudando-as a obterem sucesso em seus programas de viagens.

“O Brasil é um mercado chave na América Latina, que origina negócios para a região e o mundo. O excelente serviço comprovado da Costa Brava e sua competência local irá nos ajudar a manter o nosso compromisso com nossos clientes para fazer o trabalho global”, disse Kieran Hartwell, Vice-Presidente Sênior de Vendas Globais e Serviços da Radius Travel.

Sobre o 6º Fórum Costa Brava

Em sua sexta edição, o Fórum Costa Brava se consolidou como um dos principais eventos do setor no interior de São Paulo. Desde 2010 atrai gestores de grandes empresas do País no ramo de viagens corporativas. Neste ano são patrocinadores: Royal Palm Plaza (stand Gold), Accor, Atlantica Hotels, IHG, Intercity, Best Western, BHG Hotéis, Bourbon, Club Med, Rio Quente Resorts, Sheraton WTC e Transamérica no ramo de hotelaria; R1 Solutions (stand Diamond), GOL/DELTA/AIR FRANCE/ KLM (stand Diamond), Etihad, Ibéria/BA, LATAM, Localiza, Movida, Shift, Travel Ace, Turkish Airlines, Emirates e Expo Dom Pedro entre empresas do setor de companhias aéreas, mobilidade terrestre, seguro e eventos.

Sobre a Costa Brava

Com atuação no mercado de viagens e eventos corporativos e viagens de lazer, além de viagens de incentivo, a Costa Brava tem foco no serviço muito personalizado e investimento permanente em tecnologia e qualificação de seus recursos humanos, oferecendo os mais avançados sistemas de reserva e gestão de viagens corporativas.

Com sede/matriz em Campinas-SP, atua no segmento de turismo desde 1988. Seus 28 anos de experiência no mercado a colocaram entre as maiores agências de viagens corporativas do Brasil. Atende empresas de Campinas e região, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Londrina, Curitiba, Brasília, Manaus e outras.

Saiba mais em http://www.costabrava.com.br.

Sobre a Radius Travel

Radius Travel é uma companhia de gestão de viagens global que desenvolve e entrega programas de viagens a empresas multinacionais através da sua rede de agências líderes em cada mercado. A rede da Radius opera em mais de 80 países e gerencia mais de 30 bilhões de dólares em gastos anuais de viagens corporativas. O Programa Global de Hotéis da Radius, com marcas líderes de hotéis do mundo, é um dos maiores no mercado de viagens corporativas. Os escritórios da Radius estão em Washington, DC, Londres, São Paulo e Singapura.

Saiba mais em www.radiustravel.com.


Contatos com a imprensa:

 

Costa Brava Viagens e Eventos

Nikolas Capp

Telefone: (19) 2136-3524 / 99606-1507
[email protected]
www.alfapress.com.br

 

Radius Travel

Diana Doody – Brand Manager
+1 240 744 3319

[email protected]

 

Maura Allen

Director, Agency Network, Latin America

+ 1 301 941 0354

+ 1 240 753 8033

[email protected]

Você tem medo de novas tecnologias?

Novas tecnologias: Está na hora de trocar seus velhos medos por aquilo que pode facilitar a sua vida!

Se você ainda tem receio de aderir à novas tecnologias, imagine a seguinte situação…

Aquela papelada toda, muita gente solicitando agendamento de viagens, reagendamento e tudo recai sobre uma única pessoa: você.

O cheiro de papel ainda passa alguma confiança e nostalgia, não é mesmo?

Mas a verdade é que o processo todo é tão ruim que você queria é poder rasgar todos esses papéis e dizer adeus a essa bagunça lenta e infindável que é o procedimento analógico.

Entretanto, você tem um pouco de medo de tirarem seus papéis de você e ir parar numa dessas novas tecnologias, ugh, chamadas selfbooking.

Por que esse medo de novas tecnologias?

Tudo bem, a gente entende um pouco disso…

Existe mesmo um tempo de adaptação no início do uso que, para quem ainda não está acostumado, é algo meio desengonçado.

Foi assim com o nosso primeiro celular, com o primeiro computador e vai ser assim com qualquer novidade que vier.

Será, então, que isso vale o preço de nos alienarmos de toda a novidade facilitadora apenas por conta dessa resistência com o rápido processo de adaptação?

Nós achamos que não!

E abaixo explicamos porque você deveria parar de temer adotar as novas tecnologias para reservar as viagens de sua empresa.

novas tecnologias
Use as novas tecnologias para melhor ainda mais sua gestão

Por que o selfbooking manda qualquer temor de novas tecnologias para bem longe?

1) O selfbooking contribui para se ganhar tempo e produtividade

Pois é! Quem não tem medo de novas tecnologias e já está utilizando o selfbooking sabe bem a diferença dele para o procedimento de agendamento de viagens corporativas anterior.

Sem tantas papeladas e burocracias, o sistema integra tudo o que o viajante precisa em um só lugar.

As vantagens:

Cerca de 50% a 80% de tempo a menos para se buscar voos online e que podem ser usados para outras tarefas que realmente exijam mais tempo para serem feitas.

Ponto para o selfbooking!

2) O sistema possui integração com parceiros de conteúdo

O selfbooking pode ter integração com empresas como a Azul, Gol, Tam, Localiza, HotéisNet, HotelDo.

E mais um tanto de parceiros estratégicos de conteúdo que fornecem informações atualizadas para o viajante poder fazer as melhores opções para seu conforto.

E claro, respeitando a Política da Empresa e comparando preços entre muitos concorrentes antes de fazer sua reserva.

Pois é, as menores tarifas aéreas do mercado estarão lá a serem consultadas nas centenas de companhias aéreas cadastradas.

Além disso, toda a informação será apresentada de forma simples e em um só lugar!

3) Tudo acontece em conformidade com a Política de Viagens

A Política de Viagens da empresa fica integrada aos critérios do sistema.

Isso significa que é possível melhorar muito a gestão e garantir que a Política seja realmente cumprida por todos os colaboradores da empresa.

O importante é só elaborar e definir uma Política, mais ou menos robusta, que se adeque às características e demandas da empresa.

O resto da mágica o próprio sistema faz acontecer!

4) A tecnologia rende uma boa economia também

Já que falamos em Política, veja só!

Graças ao direcionamento do selfbooking para cumprimento dela, a empresa pode conseguir economia de até 18% com os gastos da viagem.

E tem mais!

Reservas com antecedência superior a um dia também podem representar 20% de redução na tarifa.

Os relatórios gerenciais podem permitir negociação direcionada com companhias aéreas e hotéis com relação média de 15%.

Com tanta economia é certo que os relatórios – especialmente os de “economia conquistada” – serão bem atraentes ao longo do tempo.

5) Os processos podem ser geridos corretamente por meio de relatórios

O sistema é bem eficiente: o selfbooking padroniza os sistemas de viagens, melhora a gestão de informações, sem ter perdas de dados como e-mails, telefones e arquivos.

Ele também controla a Política de Viagens e permite cadastro e personalização de serviços de acordo com as preferências do passageiro.

Ufa!

Importante é que ele também ajuda a gerir tudo isso de forma bem fácil, com gráficos e relatórios gerenciais de toda ordem e que podem ser customizados e emitidos a qualquer momento.

Fora isso ainda há relatórios de desvio da política de viagem que podem mostrar falhas a serem corrigidas ou advertidas.

Medo de novas tecnologias? Que medo?

Jura que com tudo isso você ainda tem medo de novas tecnologias?

Pois está na hora de começar a considerar as facilidades que o futuro reservou para você:

  • Melhores tarifas a um clique;
  • Conclusão da reserva a poucos cliques de distância;
  • Tudo apresentado em valores em reais;
  • Além de permitir uma boa visibilidade de recursos;
  • Permite também verificar comodidades de carros e hotéis;
  • Tudo isso também por meio do aplicativo mobile!
  • Alguns selfbookings, aliás, foram desenvolvidos pensando no público brasileiro.

Isso mesmo! Tanto enquanto consumidor como também no cidadão que deseja estar em dia com a legislação do país.

O selfbooking é todo um misto de personalização para o usuário e controle na gestão da Política de Viagens.

Com isso, todo mundo sai ganhando: o usuário pode sim fazer reservas respeitando sua individualidade e preferências, desde que não desvie as Política de Viagens da empresa.

Do outro lado, a gestão sai intacta e, quando há algum desvio, o selfbooking pode apontar o momento onde houve a falha.

Todos estes fatores ajudam a melhorar a gestão, e a gerar muito mais economia financeira e de tempo para as empresas.

Agora nos diga…

Depois de entender tudo isso, quem é que pode ter medo de novas tecnologias quando tudo o que elas fazem é facilitar tanto o dia a dia corporativo como o selfbooking costuma fazer?

Conheça o Reserve Expense & Travel com a Costa Brava 

A nova plataforma em parceria com a Costa Brava é o resultado da junção de dois serviços: o Reserve Travel Manager e o Reserve Expense Manager.

O primeiro tem como foco a gestão de viagens corporativas, auxiliando na organização de reservas de passagens aéreas, hotéis, transporte e também do seguro de viagem.

Já o segundo rege despesas corporativas, administrando custos com alimentação e eventos, além de políticas de reembolso e adiantamento, por exemplo.

Ou seja, economia de tempo e dinheiro em uma gestão completa!

Baixe AQUI o e-book para saber tudo sobre a ferramenta!

Dicas de palestrantes em alta para eventos

Confira um TOP 10 com alguns dos palestrantes em alta no mercado de eventos corporativos

Na hora de preparar um evento corporativo de sucesso uma dúvida persegue muitos gestores: que palestrante convidar para a empresa? Quem é, afinal, a pessoa mais apropriada para falar sobre determinado assunto e ajudar a inspirar a equipe, ensinar um tema com propriedade e criar valor através daquilo que tem a dizer?

Cada caso é um caso, como diz a sabedoria popular, então, o melhor é conferir algumas referências de palestrantes em alta no mercado de eventos corporativos e conhecer o currículo e temáticas tratadas por cada um. A Costa Brava pode te ajudar a conhecer melhor alguns desses nomes e te inspirar na escolha. Veja abaixo!

Carlos Hilsdorf

Pautas: Motivação, liderança, administração, marketing, vendas

Quem é?

Economista, pós-graduado em marketing pela FGV e realizador de palestras nacionais e internacionais. Além disso, Hilsdorf é colunista e escritor do livro “Atitudes vencedoras”. Ele também recebeu dois prêmios por seu destaque como palestrante: um deles o prêmio Mérito Empresarial, concedido pela Academia Brasileira de Artes, Cultura e História, e o outro sendo o prêmio Empresário do Ano, concedido pelo Instituto Latinoamericano de Qualidade.

Clóvis de Barros Filho

Pautas: Ética, motivação, empreendedorismo, mudança, amor pelo trabalho, confiança

Quem é?

Advogado, jornalista, professor, escritor e um dos palestrantes em alta nos últimos tempos. Ele é mestre em Science Politique pela Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) e Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Clóvis de Barros Filho é hoje um dos palestrantes mais requisitados do país, embora ele também tenha em seu currículo uma agenda de palestras que já passou por países como Uruguai, França, México, Argentina e Portugal. Em uma de suas palestras mais famosas, ele fala sobre “A vida que vale a pena ser vivida”, nome também de seu best-seller.

Pedro Janot

Pautas: Gestão, liderança e inovação

Quem é?

Executivo que trouxe a Zara para o Brasil, fortaleceu a Richards e presidiu a primeira companhia low cost do país, a Azul. Em 2011, época em que atuava na presidência da Azul, Janot sofreu um acidente devido a uma queda de cavalo onde acabou perdendo movimentos dos braços e pernas. Foi quando decidiu presidir sua quarta “start-up”: sua própria cura. Enquanto se recupera, Janot se destaca como um desses palestrantes em alta no mercado e repassa seus conhecimentos nas corporações que visita e que estão espalhadas em todo o país.

Chieko Aoki

Pautas: Empreendedorismo, gestão de pessoas, liderança, superação e trabalho em equipe

Quem é?

Fundadora e presidente da rede Blue Tree Hotels, em dez anos transformou a rede em uma das mais importantes do setor no país. O nome da rede Blue Tree, aliás, significa o mesmo que “Aoki”, o sobrenome da Chieko, no idioma japonês: árvore azul. Em 2013, ela foi eleita pela Forbes a segunda mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Formada em Direito, pela USP, com pós em Administração pela Universidade de Sofia, em Tóquio, e com curso de Administração Hoteleira, pela Cornell University, nos Estados Unidos ela tem figurado em listas de palestrantes em alta como um dos nomes mais cotados por aqui no país.

Rodrigo Pimentel

Pautas: Resultados, trabalho em equipe, superação, liderança-mútua e auto realização

Quem é?

Ex-capitão do BOPE e autor do best-seller Elite da Tropa e também dos filmes Tropa de Elite I e II, ganhador do Urso de Ouro no
Festival de Berlim. Pimentel comenta algumas de suas atuações no BOPE com o combate de drogas no documentário Notícias de Uma Guerra Particular, que serviu de inspiração para o personagem Capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura. Ele é pós-graduado em Sociologia Urbana pela UERJ e também figura em nossa lista de palestrantes em alta, uma vez que é um nome bastante requisitado para isso no Brasil e, em alguns casos, até mesmo no exterior.

David Portes

Pautas: Motivação, empreendedorismo, liderança, vendas, marketing e atitude

Quem é?

Um camelô que virou um “guru do marketing”, ensinando empreendedores, por meio de suas palestras, a encantar clientes. Em 1986 com apenas o equivalente a R$12 no bolso e uma esposa grávida, necessitando de remédios, Portes decidiu arriscar esse dinheiro na compra de doces para a revenda. Pouco menos de uma hora depois da compra, ele viu a soma investida retornar e duplicar de valor. Em um ano, sua banca contava com mais de 300 itens para a venda. Com ideias criativas, conseguiu superar a concorrência que foi surgindo e tornou-se um importante palestrante por aqui e em países como Japão, China, Estados Unidos, Portugal, Argentina e Uruguai.

Gretz

Pautas: Motivação, liderança, vendas e inovação

Quem é?

Formado em Administração de Empresas e em História, o professor Gretz já recebeu cinco premiações no Top Of Mind de RH na categoria palestrante nos anos de 2004, 2010, 2011, 2012 e 2014. Gretz também é autor de 14 livros motivacionais. As palestras dele já foram apresentadas em países como Japão e Estados Unidos, além dele percorrer o território nacional ministrando
palestras para grandes empresas nacionais e multinacionais. Mesmo sendo uma referência com mais de uma década de carreira nesse campo, ele ainda figura entre os palestrantes em alta para tratar de temas como motivação e liderança.

Bernardinho

Pautas: Estratégia, envolvimento e comprometimento, formação e administração de uma equipe

Quem é?

O Bernardinho aqui listado é o treinador da seleção brasileira de vôlei masculino, então você já deve conhecê-lo. Com suas técnicas
para estimular o trabalho em equipe, ele também figura entre os mais requisitados palestrantes do país. Ele é formado em Economia, mas foi jogando vôlei que seus talentos começaram a se destacar na chamada geração de prata, no início dos anos 80. Bernardinho também é autor de 4 livros sobre determinação no esporte, mas cujas dicas podem ser aplicadas no dia a dia empresarial.

Alexandre Kalache

Pautas: Longevidade, saúde e qualidade de vida

Quem é?

Kalache é um dos pioneiros no estudo da longevidade, tendo dedicado 40 anos exercendo atividades dedicadas ao tema. Formado em medicina, Mestre em Medicina Social e Doutor em Epidemiologia, ele já atuou como professor, funcionário público internacional e ativista junto a organizações não governamentais. Kalache esteve entre os primeiros estudiosos que visualizou o envelhecimento populacional como um fenômeno mundial. Sua capacidade de apontar potencialidades e riscos inerentes ao envelhecimento contribuiu para a mudança do paradigma tradicional sobre o envelhecimento e rendeu a ele notoriedade internacional. A notoriedade continua ativa nos palcos já que Kalache costuma ser um nome cotado na lista de palestrantes em alta.

Mara Luquet

Pautas: Economia, educação financeira, investimentos e previdência

Quem é?

Colunista do jornal Valor Econômico, da Rádio CBN, da TV Cultura e editora da Valor Investe. Toda segunda-feira Mara Luquet também apresenta um quadro de Finanças no Jornal da Globo. Ela é autora do livro “O assunto é dinheiro”, escrito em parceria com Carlos Sardenberg e do livro “Tristezas não pagam dívidas”. É ganhadora do Troféu Mulher Imprensa 2012, na Categoria Comentarista/ Colunista de Rádio, além de receber dois prêmios BM&F Bovespa. Hoje Mara é uma das palestrantes em alta no mercado especialmente para tratar pautas de Economia, Bolsa de Valores e economia doméstica.

Outros Palestrantes em Alta:

– Amyr Klinc

– Lars Grael

– Mario Sergio Cortella

– Paulo Storani

– José Roberto Guimarães

– Eugenio Mussak

– Leila Navarro

– Dulce Magalhães

– Professor Marins

– Karina Oliani

– Roy Rudnick

– Julio Fiadi

– Luis Eduardo Serafim

– Ranimiro Lotufo Neto

RFP para Eventos Corporativos

Veja como não errar ao definir a sua RFP para eventos corporativos

Request for proposal ou simplesmente RFP é a solicitação de propostas feita por empresas a seus fornecedores de eventos corporativos. Assim, elas abrem espaço para a concorrência entre possíveis prestadores do serviço. Tudo isso de forma a estabelecer os critérios que a empresa levará em conta na hora da negociação.

Para que serve a  RFP?

Por meio da RFP para eventos corporativos, as empresas podem definir o escopo do projeto, os termos e condições de negociação, além das responsabilidades na prestação do serviço. Cada um destes itens deve ser sempre muito bem alinhado e escrito de forma clara e objetiva. Assim, evita-se qualquer mal-entendido no futuro.

A RFP deve englobar vários pontos que vão desde o escopo do projeto, como falamos, e cronograma até mesmo como a empresa deseja receber os orçamentos. Não esqueça de incluir também as formas de pagamento para o projeto. Quanto mais detalhes houver, melhor! Afinal, a RFP para eventos corporativos é uma ferramenta poderosa de cotação, garantindo a escolha por trabalhos bem feitos e com preços atraentes.

Custo-benefício

O custo-benefício que a RFP avalia é algo excelente àqueles projetos mais elaborados, envolvendo muitas pessoas. Portanto, projetos com um investimento maior da empresa. São os casos em que os pedidos tradicionais de orçamento acabam sendo ineficientes, bagunçados e dispersos… E, desta forma, podem atrapalhar a escolha da empresa.

Para projetos simples, a RFP pode ser dispensável. A empresa pode optar por uma RFQ (Request For Quotation, ou pedido de cotação), que é algo um pouco mais sucinto. Mas, quando os eventos corporativos são dotados de maior complexidade, a RFP se torna essencial.

Uma RFP bem elaborada não deve deixar de conter:

1. Introdução e Sumário Executivo

Pode ser escrito no final da elaboração do projeto. Este é um guia que pode ajudar os fornecedores a visualizarem, de forma rápida, o que irá tratar o projeto e se ele está dentro de sua alçada ou não. O sumário os ajuda a percorrer o projeto e rever itens relevantes.

2. Visão Geral dos Negócios

Em que área sua empresa atua, com descrição sobre o segmento de mercado e os produtos e serviços que ela oferece. Todos esses detalhes ajudam a situar o fornecedor e alinhar sua percepção sobre como pode, e se pode, ajudar a empresa com seus serviços oferecendo a solução mais adequada.

3. O Escopo do Projeto

Qual o trabalho que a empresa necessita de seu fornecedor. Cada detalhe é de suma importância para que o fornecedor entenda se ele tem estrutura e competência para desenvolver um trabalho conforme demandado.

4. A Meta do Projeto

Intenção da empresa a partir do trabalho. Toda produção deve conduzir a um objetivo final. Ele deve ser detalhado de forma clara pela empresa para que o fornecedor entenda as expectativas da empresa com a realização do trabalho. Esta definição pode entrar como um subitem do escopo.

5. Cronograma do Serviço

Dealines (prazos) ou datas para que cada etapa do projeto seja cumprida. O respeito rigoroso aos prazos pode, em alguns casos, ser essencial para que o projeto saia do papel.

6. Premissas e Restrições

As premissas são tudo que é essencial para o andamento do projeto e critérios básicos para seu desenvolvimento. Já as restrições são o oposto: itens que podem prejudicar o projeto como falta de tempo, qualidade aquém do esperado ou altos custos para que o projeto seja colocado em prática.

7. Responsabilidades

São os compromissos que tanto a empresa se compromete em relação ao fornecedor, como também a empresa fornecedora deverá cumprir em relação ao solicitante. O trabalho é uma parceria entre o solicitante e o prestador e é necessário haver um compromisso ético por ambos os envolvidos.

8. Governança do Projeto

Onde a empresa explica qual o modelo de gestão que espera adotar durante a execução do projeto. A RFP para eventos corporativos precisa definir alguns pormenores para que a fornecedora entenda o compromisso que irá assumir.

9. Modelo de Orçamento

Essencial para garantir uma ordem e facilidade de comparação entre os projetos. O modelo deve especificar o formato, mas também os campos que devem constar, a granularidade (nível de detalhe) e totalizações.

10. Formas de Pagamento

Qual o modelo de pagamento que a empresa pretende assumir.

11. Termos e Condições

Tudo deve ser listado em ordem para o fornecedor. Como: a duração do contrato e possibilidade de renovação, garantias de entrega e penalidades para descumprimento, entre outros.

12. Critérios de Seleção

Podem indicar o que a fornecedora deve negociar para ser escolhida entre as concorrentes. O que é essencial para a empresa decidir: se será a criatividade, maior qualidade, menor orçamento, possibilidade de cumprimento de prazos, etc.

Outras dicas importantes na RFP para eventos corporativos:

– O gestor de eventos pode elaborar a RFP e revisá-la com outros profissionais da empresa que estejam envolvidos no projeto e possam contribuir com novas visões. Como dissemos, cada detalhamento é importante. As RFPs para eventos corporativos bem detalhadas são uma forma de evitar que haja retrabalho e, consequentemente, aumento de custos com o projeto.

– Outro ponto importante é a clareza do conteúdo, que deve ser a ordem na RFP para eventos corporativos. Informações de duplo sentido ou contraditórias podem abrir margem para equívocos e limitar o direito de reclamação pela contratante. Tudo deve ser claro e objetivo, embora muito bem descrito e detalhado no corpo do texto.

– A RFP deve ser respeitada como um documento oficial, portanto, a empresa deve assumir a responsabilidade pelo que descrever e pelo que deixar de descrever. Por outro lado, descumprimentos do fornecedor que tenham sido especificados são direito da empresa solicitante.

– É importante também que o cronograma siga datas reais que a empresa estipulou para cada etapa. Prazos curtos podem afastar alguns concorrentes de “disputar” o projeto, mas prazos longos que precisem ser antecedidos podem fazer empresas assumirem compromissos que são incapazes de cumprir.

– Seja razoável e ético na hora de estipular os prazos, colocando antecipadamente todas as datas que devem ser respeitadas. O fornecedor é quem sabe se pode ou não as cumprir, mas, ao responder à empresa, ele irá assumir formalmente esse compromisso.

– Uma boa forma de começar tudo é fazer um alinhamento geral antes do fornecedor começar o serviço e oferecer um canal aberto de comunicação para todos os momentos que ele tiver dúvidas. Uma due diligence (planejamento detalhado) pode ser eficiente para esclarecer tudo a princípio.

Mão na massa!

Se considerar tudo isso, há grandes chances de que a empresa receba boas propostas a partir do envio da RFP para eventos corporativos, e possa assim decidir pelo melhor negócio.