Viagens de incentivo: como elas potencializam as vendas

Viagens de incentivo têm se tornado tendência  para turbinar as vendas de empresas

Ao contrário do que muitos pensam, viagens de incentivo não são uma mera forma de lazer aos colaboradores – mas sim uma maneira garantida de melhorar os resultados da organização e as vendas pelo público.

Mais impactantes do que as bonificações em dinheiro, são um canal para treinar e aperfeiçoar a equipe e que satisfaz muito os funcionários.

Pensando nisso, nós da Costa Brava te ajudaremos a potencializar as vendas da sua empresa! Basta seguir estes passos:

1. Estabeleça o período da viagem

Viagens de incentivo de curta duração não dão tempo suficiente à equipe para atingir objetivos – logo, não justifica à empresa fazer este investimento.

Mas também se forem muito longas, é normal que os colaboradores percam o foco das metas, se distraindo com a viagem em si.

Pense nos resultados que você e sua empresa querem alcançar e a partir daí defina as datas de início e finalização de cada uma das viagens de incentivo.

2. É hora de investir em treinamentos

Muitos vêem a chance de viajar como sinônimo de relaxamento e fuga da rotina. Mas a aposta das viagens de incentivo é fornecer um momento “misto”: além do repouso da equipe, invista em treinamentos e eventos que acrescentem conhecimento à prática profissional.

Esta é a chave para que as viagens deem ainda mais retornos! Assim os colaboradores retornarão ao ambiente de trabalho não só mais descansados, mas muito mais qualificados.

3. Garanta uma experiência única

Surpreender os colaboradores é excelente para valorizá-los bem como mantê-los fiéis à sua empresa. Para isso, planeje uma experiência que fuja do comum e ofereça novas sensações.

E não é preciso investir um alto bugdet para tornar essa ideia de viagens de incentivo em realidade. Leve os funcionários para sítios em cidades do interior para que possam explorar a natureza. A Amazônia é um destino belíssimo onde desafios em equipe podem ser pensados.

O que acha de vasculhar os mistérios e outras culturas?

Isso pode garantir uma experiência diferente e trabalhar a comunicação dos colaboradores. Caso esteja pensando em uma viagem internacional, mas que não pese muito no bolso, países asiáticos como Tailândia e Indonésia são uma boa pedida: são baratos, ricos em cultura e história, e possuem resorts com paisagens paradisíacas.

4. Estimule  a equipe

Oferecer prêmios de acordo com as metas atingidas é um grande “incentivo”, naturalmente.

A viagem é sem dúvida a premiação mais cobiçada, mais desejada, pois é “a experiência vivida para comemorar o sucesso de uma campanha”.

A viagem como premiação deve ser elaborada com cuidados especiais, riqueza de detalhes, para que se torne de fato, uma experiência inesquecível.

E um detalhe importante de uma campanha bem planejada e bem-sucedida é que os custos da premiação quase sempre já estão cobertos pelo atingimento das metas.

Medir Resultados de Eventos: Passo a Passo

Medir resultados de eventos é essencial para saber se os objetivos foram alcançados com sucesso

Todo mundo sonha em fazer os mais deslumbrantes e comentados congressos, feiras, encontros e debates do segmento. Mas após a desmontagem, como medir resultados de eventos? Como ter a certeza de que foram um pleno sucesso?

Para que você não tenha mais dúvidas quanto a isso, a Costa Brava preparou este artigo inédito que mostra, em um passo a passo, como saber se seu evento atingiu os objetivos esperados e quais foram os pontos positivos e a serem aperfeiçoados.

Por que medir resultados de eventos?

Continuidade com sucesso

Ao mensurar resultados, é muito mais fácil avaliar os pontos que podem ser melhorados nas próximas edições e quais os aspectos positivos que justificam sua continuidade. Ou seja, seu evento terá um progresso de sucesso através da análise do histórico de resultados.

Maior credibilidade

Quando um evento tem sucesso, é muito provável que os patrocinadores (quando houver) e apoiadores tenham sido beneficiados. Isso aumenta a possibilidade de eles desejarem novas parcerias para a próxima edição.

Quando houver erros na organização que tenham prejudicado esses parceiros, ao medir resultados de eventos torna-se mais simples a missão de identificar o que deve ser ajustado.

Satisfação do público

Ter feedback dos participantes, compreender o que agradou e o que pode ser aprimorado é importantíssimo para que o público sinta-se valorizado – afinal, eles são a razão do evento.

O que posso avaliar ao medir resultados de eventos?

Ao ter a medição dos resultados de um evento realizado por sua empresa, é possível ter a análise:

1. Da empresa realizadora em si (quais foram os impactos gerados – tanto econômico quanto social, por exemplo);

2. Da empresa, realizadora do evento, segundo os participantes;

3. Dos participantes em relação ao evento (perfil, quais foram as atrações mais assistidas, quantidade de itens do coffe break consumidos, outras refeições eventuais, etc.);

4. Dos fornecedores e parceiros sobre a organização do evento,

5. Da organização do evento em relação aos fornecedores e parceiros escolhidos.

Eventos de grande porte geralmente realizam cada uma dessas medições separadamente. Logo, antes mesmo de medir os resultados de eventos, já se tem claro qual análise será apurada.

Como medir resultados de eventos – passo a passo?

 

1. Análise de números

Despesas e ganhos econômicos diretos são os principais impactos contáveis e tangíveis de um evento – e normalmente são mensurados pela análise de números.

Modelo mais habitual, esta avaliação nada mais é do que reunir todos os dados estatísticos coletados que, por sua vez, serão comparados com a missão e objetivos esperados.

O que avaliar: Número de participantes, contatos obtidos, interações com determinada ação (ex: sorteio), despesas, entre outros.

 

2. Reunião com fornecedores e parceiros
Fazer uma reunião com os envolvidos na organização, como parceiros, patrocinadores e fornecedores, é de extrema importância.

O que avaliar: Pontos positivos e que precisam ser melhorados no evento – e observações de como isso impactou no resultado desejado de cada um deles; se voltariam a fazer negócio com sua empresa, realizadora do evento.

 

3. Reunião com a equipe
Assim como o encontro com cada um dos fornecedores, não esqueça de realizar uma reunião com sua própria equipe.

É importante ouvir as opiniões de bastidores de cada um dos colaboradores que estavam presentes no evento – seja como palestrante ou como parte da organização e recepção de convidados.

O que avaliar: Detalhes na organização do evento que fizeram a diferença e outros que precisam ser revistos para próximas edições.

 

4. Pesquisa de satisfação
Distribuída pós-evento, a pesquisa de satisfação deve ser feita tanto com os participantes como também com os fornecedores e parceiros do evento.

O que avaliar: Verificar se os objetivos foram atingidos (e quais foram); compreender a perspectiva dos participantes em relação ao evento; coletar opiniões do que deve ser mantido e sugestões do que pode ser reajustado.

Quer saber como realizar uma pesquisa de satisfação pós-evento? Então utilize o método do NPS – Net Promoter Score, referência mundial em medição do contentamento de clientes. Para saber mais, clique aqui.

 

NÃO cometa este erro:

Diversas empresas não se preocupam em medir resultados de eventos após suas realizações – o que é um erro grave, ainda mais em relação às próximas edições. Contudo, pior do que não fazer uma mensuração é somente fazer e não aplicá-la para melhorias.

Com todos os dados acima coletados, você terá um material rico de informações em mãos, que permitirá que sua organização potencialize ações que agradem ao público e fornecedores, atingindo, gradativamente, mais e mais sucesso em eventos.

Entretenimento para eventos corporativos

Entretenimento para eventos corporativos: como divertir seus clientes e colaboradores sem perder a credibilidade

 

Entretenimento para eventos corporativos: é possível? Mas como manter a seriedade e o objetivo das ações?

Essas podem ser dúvidas recorrentes na hora de organizar o seu evento. Afinal, muitos associamos esse tipo de ação a pessoas de terno e gravata em um networking formal com troca de cartões pessoais.

Apesar de ser tratado com seriedade, seu evento pode assumir algumas formas diferentes e tornar-se inesquecível.

Para isso, basta conseguir unir seu objetivo e estilo de público com um tema interessante.

E, para ajudar, selecionamos 5 entretenimentos para eventos corporativos que vão fazer sucesso – sem perder a credibilidade!

1. Workshops

É possível inovar em seu evento oferecendo cursos e workshops rápidos que se encaixem em sua área de atuação.

O ideal é que eles sejam rápidos e dinâmicos, para promover o relacionamento interpessoal e gerar maior conhecimento com inovação.

2. Shows

Um entretenimento musical é a forma mais prática e certeira para agradar o maior número de colaboradores, em qualquer forma de evento.

Bandas descontraem o ambiente e deixam todos à vontade para interação uns com os outros.

3. Eletrônicos

Não importa a idade, eletrônicos sempre despertam a curiosidade e a vontade de se divertir.

São diversas as opções para entreter seu evento, como fliperamas ou videogames que estimulam atividades físicas e interação.

Outros recursos eletrônicos podem ser usados, como cabines fotográficas e tablets com jogos.

4. Quick Massage

Para eventos mais sérios, mas ainda assim longos, a quick massage (“massagem rápida” – em tradução literal) é uma ótima opção de entretenimento.

Com massagens relaxantes que duram de 10 a15 minutos feitas por profissionais, seus convidados podem descansar e fugir do clima de ambiente corporativo, além de deixá-los mais receptivos para melhor aproveitamento do seu evento!

5. Caricaturas

As caricaturas são um tipo de entretenimento mais curto e menos agitado.

Sua vantagem é que, além de manter a descontração nos participantes, também pode ser levado para casa, como uma gostosa lembrança.

Algo físico para ser lembrado e que marcará para sempre o seu evento! Muitos gostam de colher mensagens e assinaturas dos colegas mais próximos na caricatura!

Pense no estilo do seu evento e escolha o tipo de entretenimento que mais irá agradar seus convidados!

A Costa Brava pode te ajudar na gestão de todos os detalhes do seu evento, inclusive na escolha do entretenimento ideal!

6 Soluções para Controle de Despesas Corporativas

 

Despesas corporativas devem ser controladas de maneira automática

Planejar viagens corporativas pode ser um trabalho que exige bastante tempo, paciência e custos. Isso porque é preciso cuidar de todos os processos burocráticos envolvidos, como relatórios, políticas de viagem e reembolsos. Assim, muitas empresas se veem em uma constante busca por formas de controlar despesas corporativas.

Maior produtividade e savings

Sidney Lima Filho, Diretor de Negócios Corporativos da Reserve, diz que ter uma excelente gestão de despesas corporativas não inclui somente ter os menores preços em tarifas do mercado, mas sim entregar a melhor solução à necessidade do cliente de forma ágil. Mas como ter maior produtividade e menores gastos na hora de gerir viagens?
Durante a palestra “Gestão de despesas corporativas, muito além da ida e da volta” no 6º Fórum Costa Brava, Sidney apresentou a resposta.

CLIQUE AQUI para conferir um infográfico exclusivo, com estatísticas e informações dos erros mais comuns dos gestores de viagem durante a gestão de despesas corporativas, além de conferir 6 soluções para o controle de custos e tendências nacionais e internacionais sobre o tema.

*Todos os dados do infográfico foram apresentados pelo palestrante Sidney Lima Filho durante painel no 6º. Fórum Costa Brava.

Segurança dos viajantes: 11 coisas que você está esquecendo

Quem é do RH sabe como a segurança dos viajantes é importante, por isso relembramos 11 pontos de atenção:

segurança dos viajantes

1) Identificação e pesquisa: conheça muito bem o local, assim como pontos ermos ou de muita movimentação. Recomende ao viajante levar um mapa dos arredores impresso ou digitalizado – de preferência das duas formas – para consulta quando estiver parado em um café, por exemplo. Parecer muito perdido ou distraído em algumas ruas pode ser um chamariz para os assaltantes.

Por isso, pesquise tudo muito bem: o local, opções de alimentação, deslocamento, hospedagem. Você pode até centralizar tudo em uma única opção, mas é sempre bom ter algumas alternativas na manga caso algo saia do script para os viajantes e eles possam tomar as melhores decisões de maneira rápida e segura. Ter uma boa ideia dos locais a visitar, até mesmo com uma pré-visualização da rua no Street View pode evitar “pernadas” à toa para os lugares errados (e perigosos).

2) Vacinas e alimentação: verifique se é necessário que o viajante se imunize com algum tipo de vacinação para viajar até o local. Algumas regiões possuem altas taxas de epidemia de algumas doenças e exigem maior cuidado preventivo, por isso é importante que o viajante vá devidamente imunizado – mesmo que não haja exigência formal de vacinação pelo país de destino.

Também é importante reforçar que o viajante tome cuidado com alimentações exóticas e com condimentos muito fortes, algo comum no cardápio de algumas regiões. O mais recomendável é indicar alguns pontos onde ele possa encontrar uma alimentação mais leve e tradicional.

3) Documentação e visto: cheque sobre a necessidade de visto para o local da viagem. Em alguns países isso pode ser essencial e virar um grande problema se não for providenciado. Por isso, além da documentação estar toda alinhada lembre aos viajantes de mantê-la sempre em mãos, em um local seguro, de preferência junto ao corpo, e de fácil acesso.

Isso também vale para documentos pessoais como RG, passaporte e, se for necessária a locação de um automóvel, inclua nessa lista também o documento de habilitação dos viajantes, em muitos casos há exigência de habilitação internacional. Toda essa documentação deve estar em conformidade com a exigência e validade do território visitado. Alguns países podem exigir ainda o comprovante do seguro viagem, o comprovante de reserva de hotéis e o voucher da passagem de volta.

4) Companhias aéreas e aeroportos: procure conciliar os preços estipulados por sua política de viagens com a qualidade do serviço prestado pelas companhias aéreas.

Para isso, não deixe de negociar com os fornecedores, e sempre analisar a confiança, qualidade, pontualidade e cuidados que a companhia costuma manter e torná-la mais segura que as concorrentes.

5) Deslocamento: se os deslocamentos forem curtos, como do aeroporto ao hotel, considere utilizar os serviços de um transfer ou um táxi. Apenas peça cautela aos viajantes, especialmente com o táxi, pois em alguns lugares eles podem cobrar valores excessivos ou serem de alguma forma desonestos com os colaboradores. Ter uma noção de preços no local e alguma malícia é recomendável para evitar enrascadas.

Caso o viajante tenha que se deslocar com frequência pela cidade, estude a contratação de uma locadora de veículos. Elas podem ser mais baratas que o deslocamento por táxi e muito mais seguras que pedir aos viajantes que usem um veículo próprio. Uma agência de viagens pode ser uma boa para encontrar não apenas uma locadora segura, mas também negociar preços interessantes para o cumprimento da política de viagens.

6) Comunicação: o viajante pode andar com ou adquirir um celular desbloqueado para a viagem e, dependendo de onde estiver, comprar um chip de uma empresa que opere naquela região. Da mesma forma, a internet pode ser uma boa saída para comunicação entre o viajante e demais colaboradores da empresa, assim como uma forma de manter comunicação e segurança sobre seu estado atual.

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Outra dica importante é que os viajantes mantenham uma lista com telefones úteis para ligar em caso de emergência. Não apenas ambulâncias, policiamento e bombeiros, mas também de seu convênio, contato da empresa, serviços de assistência e manutenção que possam ser úteis durante a viagem, consulados e serviços gerais de transporte (ônibus e metrôs) ou mesmo hotéis e restaurantes a serem utilizados na viagem.

7) Horário: se não for contra a agenda de horários da empresa, e nem atrapalhar os serviços a serem desenvolvidos, uma boa forma de melhorar a segurança dos viajantes é fazer com que eles cheguem ao local de destino pela manhã ou quando ainda estiver claro. Assim, o ideal é que eles viajem à noite para destinos mais afastados ou bem cedinho para destinos mais próximos.

Chegar ao local em um momento de claridade pode garantir que o viajante encontre um lugar mais movimentado e com bastante visibilidade dos pontos onde está e onde precisa chegar. A grande movimentação que as cidades costumam ter em horário comercial também pode garantir que ele encontre muita gente disponível para orientá-lo caso ele se sinta deslocado.

8) Hospedagem: o preço é um aspecto forte para se cumprir a política de viagens, mas não esqueça nunca que o muito barato pode sair caro. Optar por albergues, onde se divide o quarto com muitos desconhecidos, pode ser uma péssima ideia. Também evite aqueles hotéis duvidosos ou em locais muito periféricos, longe de comércios e serviços e pouco movimentados; tudo isso pode dar uma dor de cabeça danada para a empresa e colocar em risco a segurança dos viajantes.

Escolha uma empresa hoteleira de confiança, com boas recomendações e que “mostre as caras”, ou seja, que tenha muitos dados de localização, resposta rápida, e, não menos importante, que esteja próxima dos locais onde o viajante irá se deslocar para atender serviços da empresa ou mesmo se alimentar. Regiões muito afastadas podem gerar maiores despesas e, pior, colocar em risco a segurança dos viajantes da empresa.

9) Cartão de crédito ou dinheiro: não esqueça de fazer o câmbio da moeda de seu país para a do local visitado. O uso de um cartão de crédito internacional pode ser uma bela saída para evitar andar com muito dinheiro e os viajantes correrem mais riscos de perdas significativas de dinheiro. Mesmo assim, vale ter sempre um pouco de dinheiro em mãos para evitar transtornos e obter soluções rápidas em serviços que só aceitarem essa forma de pagamento.

Apenas solicite muito cuidado dos viajantes no manuseio de dinheiro e cartões, escolhendo locais seguros para fazê-lo e, mesmo assim, sem deixar nada muito à mostra para que eles não sofram assaltos e nem mesmo golpes onde se possa cobrar mais caro pela prestação de um serviço simples, apenas porque o golpista encontrou no viajante uma forma fácil de ganhar dinheiro.

10) Discrição e cautela: peça aos viajantes manterem discrição para maior segurança, e que evitem falar alto sobre suas próximas movimentações: os locais onde estão hospedados, que empresa representam e para onde vão e quem irão encontrar. Algumas pessoas podem obter nessas informações uma forma e local ideais de cometerem algum tipo de violência com o viajante.

O cuidado digital também é importante: se não for preciso usar aplicativos que marquem a movimentação do viajante, como o Foursquare, por exemplo, vale evitar utilizá-los. Também vale lembrar os riscos de acessar sites de banco ou dados de segurança pessoais ou da empresa por meio de uma rede wifi pública onde podem ser hackeados. O ideal é não deixar rastros e, se os viajantes precisarem acessar a web, fazerem isso com bastante atenção e segurança.

11) Seguro viagem: em alguns países sendo obrigatório, o seguro viagem às vezes estabelece um valor mínimo de cobertura que pode variar de país para país. Caso seja necessário, a empresa poderá optar por planos executivos e firmar contratos por um determinado período de tempo, tanto para viagens no Brasil como no exterior. Vale ficar de olho, pois às vezes mais que uma obrigação, o seguro ajuda a minimizar problemas de saúde e segurança enfrentados pelos viajantes.

De qualquer forma, sendo opção em alguns casos, o seguro é obrigatório para quem viaja para estes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Irlanda, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça; Cuba; Venezuela e Austrália. Assim mesmo, vale consultar as normas da região no período da viagem e providenciar o seguro, quando necessário.

Agência Costa Brava recebe prêmio Latam por desempenho no 3º trimestre de 2016

A Costa Brava Viagens e Eventos ficou entre os três primeiros premiados do Club Latam – programa de relacionamento da Latam Airlines e seus parceiros -, como uma das agências que mais se destacou no terceiro trimestre de 2016 em todo o Brasil, na campanha Agência de Elite e categoria Agências Corporativas.
“Desde 1996 somos premiados pelo Top TAM e agora, com a LATAM, continuar neste hall nos enche de orgulho por ter uma parceria de tanto sucesso com uma das maiores companhias do mundo. Este reconhecimento é fruto de um trabalho duro para oferecer as melhores experiências com condições especiais aos nossos clientes. Isto só demonstra que seguimos no caminho certo”, afirma o diretor geral da Costa Brava, Rubens Schwartzmann.
A seleção dos premiados levou em conta alguns fatores econômicos das agências para chegar aos resultados. Foram analisados dados como vendas absolutas, crescimento em receita e o atingimento de metas estabelecidas.
A premiação oferecida pela companhia aérea visa reconhecer e incentivar as agências, além de premiar aquelas que se destacaram no ano, mesmo com o cenário de crise e de grandes desafios enfrentados. Também foram premiadas as três melhores Consolidadoras, Operadoras ou Agências Estudantis, OTAs (Online Travel Agencies) e Grandes Agências.

 

Fonte: Absoluta