Como o gestor de eventos pode se beneficiar das feiras de negócios? - Agência de Viagens Corporativas, Eventos e Turismo - Costa Brava
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Como o gestor de eventos pode se beneficiar das feiras de negócios?

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Feiras de negócios podem ser aposta de gestor de eventos contra a crise

Eventos corporativos criam um canal aberto de relacionamento entre a empresa e seu público consumidor. O grande erro, no entanto, é pensar neles apenas nos momentos de prosperidade econômica da empresa, como se fossem um investimento "extra". Um gestor de eventos que esteja bem sintonizado com o mercado poderá encontrar nos eventos corporativos algumas soluções reais para alavancar a economia da empresa, mesmo, e especialmente, em tempos de retração da economia. É que os eventos acabam fomentando uma movimentação econômica que é favorável tanto à empresa como à economia geral do país. Não acredita?

Uma pesquisa promovida pela Associação Brasileira de Empresas e Eventos, ABEOC Brasil, em parceria com o SEBRAE, e realizada em 2013, mostrou como o setor de eventos já representa nada menos que 4,3% do PIB nacional. Os eventos têm assumido esse papel importante na economia do país exatamente porque eles fazem com que as empresas comecem a "se mexer" economicamente, sendo impulsionadas por novos e bons contratos que a favorecem diretamente.

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Em 2014, as viagens corporativas, por exemplo, foram responsáveis pela criação de 752 mil empregos no país e é claro que isso tem um efeito positivo na economia. Mas, para as empresas que buscam resultados rápidos, as feiras de negócios e outros eventos corporativos podem ser uma saída rápida para criar um primeiro contato com o público, abrir espaço para networking estratégico e realmente para se firmar novos contratos, que poderão sentir de perto alguma confiança na empresa, perceber a estabilidade em seu quadro de funcionários e a qualidade dos serviços prestados por ela.

Feiras de negócios podem, por exemplo, ser uma base para todo o meio empresarial, já que podem criar oportunidades na chamada Economia Solidária, onde associações, cooperativas, empresas autogestionárias e, no outro lado, grandes multinacionais e setores governamentais, podem dividir um mesmo espaço, onde formam uma rede de contatos e oportunidades para todos eles. É um encontro direto entre o comprador e vendedor que ultrapassa as barreiras locais para juntar o interesse nacional e internacional naquele ambiente.

Não é desprezível também o poder midiático que alguns desses eventos acabam ganhando. Divulgar o evento para a imprensa e receber algum tipo de cobertura e divulgação pode ser uma exposição importante para a marca e serviços que a empresa oferece. Um caminho para se conseguir isso é o de criar eventos que se comuniquem diretamente com os interesses da sociedade, rompendo os limites corporativos, mas, claro, sem nunca os deixar de lado.

Outros eventos corporativos, como o que ocorre com os congressos, podem ainda se tornar um setor de discussão sobre o mercado e oferecer novas oportunidades que não haviam sido consideradas pela empresa. Eles apresentam diferentes formas de se acessar conhecimento especializado no segmento, onde é possível projetar tendências e encontrar soluções criativas para alavancar as vendas dentro da empresa. Há neles uma bela conexão entre as vendas firmadas, o marketing que eles possibilitam sobre a empresa e um conteúdo que favorece a reciclagem de profissionais do meio que poderão, por meio desses eventos, se inteirar de todas as tendências no mercado nos próximos meses ou anos.

Saída contra a crise

Com a retração da economia, as empresas podem se beneficiar muito das feiras de negócios. Tanto por seu potencial em atrair um público diversificado, disposto a investir, como em propagar a marca e criar relações estratégicas. Veja alguns dos potenciais das feiras de negócios e que um bom gestor de eventos deveria observar:

- Segundo o SEBRAE, em matéria divulgada em 2015, as feiras de negócios movimentam uma soma de 16 bilhões ao ano apenas em São Paulo;

- O Sudeste é a região mais aquecida por feiras de negócios, onde são promovidas 48% das feiras (uma média de 2.220) que acontecem anualmente no país. É uma região vibrante, que atrai muitos turistas, e ideal para o gestor de eventos explorar;

- Também há boas oportunidades no Sul, onde acontecem 30,6% das feiras, no Nordeste, com 10,4%, na região Centro-Oeste, com 6,8% e na região Norte, onde ocorrem 3,9% das feiras do país;

- Mesmo cidades do interior já têm observado o potencial das feiras de negócios para a economia local e algumas empresas por lá têm apostado nestes eventos;

- O gestor de eventos pode encontrar sempre um local para se posicionar no mercado, onde as feiras de negócios já são estáveis, ou então explorar o mercado potencial, ao promover feiras em novas regiões;

- Feiras abrem portas para novos negócios, já que promovem um "encontro" entre vendedores e compradores de diferentes regiões e países;

- A comunicação é muito mais fluída durante as feiras de negócios e a empresa conversa diretamente com seu cliente, face a face, onde pode entender o problema que ele enfrenta e ter uma postura ativa ao oferecer a solução ideal;

- Ao participar delas, as empresas podem demonstrar ou tomar conhecimento de novas tecnologias no mercado. É uma forma da empresa ter contato com ferramentas que possam aprimorar o trabalho prestado por ela, conquistar negócios e reduzir custos;

- Participantes e promotores podem dialogar sobre o setor e abrirem a mente para novos insights e oportunidades dentro de seu segmento;

- As feiras de negócios podem expor a marca e elevar sua competitividade junto ao mercado. É uma bela promoção a ser liderada por um gestor de eventos competente;

- Feiras também favorecem o turismo de negócios, e conforme esse índice é elevado, isso resulta em grandes possibilidades de contrato para as empresas, ao mesmo tempo que fomentam a economia geral do país;

- As feiras são flexíveis e podem ser ajustadas conforme a necessidade de cada de região onde ela se realiza. O respeito à cultura e dinâmica econômica de cada espaço é algo que pode aprimorar a relação entre expositores e consumidores;

- Se somados os espaços dedicados às feiras de negócios, congressos e outros eventos corporativos, há uma disponibilidade de 9.445 espaços para eles em todo o país, conforme pesquisa do SEBRAE e ABEOC em 2013;

- Nesta média geral, estimou-se que naquele ano (2013) os eventos tenham contado com a presença de 202,2 milhões de pessoas, sendo que cada uma delas desembolsou uma média R$161,80 por dia nestes eventos - uma soma de R$99,3 bilhões;

- Comparado aos valores da pesquisa anterior, de 2011, o valor movimentado representou um aumento de 215,8% na economia do setor - que era de R$31,4 bilhões;

Enfim, este parece ser um segmento em ascensão, que movimenta altas somas financeiras e atrai investidores de dentro e de fora do país. Um gestor de eventos estratégico pode explorar esse potencial de mercado em benefício da empresa em que ele trabalha.

Fora isso, as feiras e eventos corporativos podem ser uma bela oportunidade para aqueles que desejam firmar relações estratégicas para a empresa, melhorar a comunicação e imagem corporativa e obter as melhores negociações com o mercado: tais eventos oferecem muitos pontos a serem trabalhados de uma só vez e todos eles capazes de contribuir em gerar novos contratos para a empresa. Eles podem ser uma boa saída para contornar a crise e servir como base para aqueles que esperam se manter de pé, apesar de tudo, e continuar a crescer no mercado nacional e internacional.

 









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